quarta-feira, 01 de maio de 2019.
Origem do Dia do trabalhador*
No dia 1º de maio de 1886, houve uma
manifestação de milhares de trabalhadores nas ruas de Chicago, nos Estados
Unidos, para reivindicar a redução da jornada de trabalho de 13 para 8
horas diárias. No mesmo dia, foi deflagrada uma greve geral naquele país. Em 3
de maio, uma nova manifestação dos grevistas foi reprimida pela polícia,
resultando na morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, durante novo
protesto, um desconhecido lançou uma bomba que matou sete policiais. Em
represália, a polícia atirou na multidão, matando doze pessoas e ferindo
dezenas.
Em 1989, a Segunda Internacional Socialista, reunida em Paris, decidiu convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário, e a data escolhida foi o 1º de maio, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. No ano seguinte, milhões de trabalhadores da Alemanha, Áustria, Hungria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Holanda, Grã-Bretanha, Itália, Suíça e dos Estados Unidos mostraram seu apoio à redução da jornada de trabalho fazendo uma greve no dia 1º de maio e desfilando pelas ruas de suas cidades.
Os EUA até hoje não reconhecem essa data como Dia do Trabalhador, mas em 1890 o Congresso americano aprovou a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias. Em 1919 o senado francês também aprovou a jornada de 8 horas e proclamou o 1º de maio como dia dos trabalhadores e feriado nacional. Em 1920 foi a vez da Rússia incorporar a data ao seu calendário de feriados nacionais e, daí em diante, muitos outros países seguiram o exemplo. No Brasil, o dia 1º de maio foi decretado feriado nacional pelo presidente Artur Bernardes em 1924.
Em 1989, a Segunda Internacional Socialista, reunida em Paris, decidiu convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário, e a data escolhida foi o 1º de maio, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. No ano seguinte, milhões de trabalhadores da Alemanha, Áustria, Hungria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Holanda, Grã-Bretanha, Itália, Suíça e dos Estados Unidos mostraram seu apoio à redução da jornada de trabalho fazendo uma greve no dia 1º de maio e desfilando pelas ruas de suas cidades.
Os EUA até hoje não reconhecem essa data como Dia do Trabalhador, mas em 1890 o Congresso americano aprovou a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias. Em 1919 o senado francês também aprovou a jornada de 8 horas e proclamou o 1º de maio como dia dos trabalhadores e feriado nacional. Em 1920 foi a vez da Rússia incorporar a data ao seu calendário de feriados nacionais e, daí em diante, muitos outros países seguiram o exemplo. No Brasil, o dia 1º de maio foi decretado feriado nacional pelo presidente Artur Bernardes em 1924.
Fontes:
Dia do Trabalhador, comemorar ou "velar" .?
Nesta quinta feira, 1 de maio, comemora se o dia do trabalhador em todo
o pais, em Ilhéus, na Bahia, apesar do dia ser visto como comemorativo, a décadas
que não há o que se comemorar, em especial nos últimos 3 anos.
Desde a entrada no poder em 2017, deste governo que se
exauri, inclusive politicamente, que os servidores públicos têm sido seu alvo
preferido, para culpar pela falta de “gestão” e seriedade com a coisa pública
ou pela incompetência administrativa mesmo. De lá para cá, ao longo dos seus vinte
e nove (29) meses de mandato, os servidores de forma geral, somaram perdas
significativas, não só no campo econômico por falta de repasse da revisão geral
anual que é a inflação do período anterior, pela falta de uma mesa permanente
de negociação, de cumprimento de acordos coletivos e de suas datas base, bem como de promessas feitas aos
servidores e categorias, do cumprimento de suas data base, de tratamento
igualitário e respeitoso em diversos aspectos mas, especialmente nos campos
psicológicos, de auto estima, de valorização do servidor e do serviço público
como um todo, em especial por perseguição a servidores efetivos sem nenhuma
explicação motivo ou legalidade.
Falta política de valorização.
O primeiro resultado claro negativo desse
desmantelamento do serviço público promovido a décadas e também neste governo,
com a falta de investimento na formação e aperfeiçoamento para os servidores,
na falta de investimento em locais de trabalho decentes e SALUBRES para todos
os servidores, em especial os do trânsito, que trabalham em condições
DESUMANAS, mesmo arrecadando oito milhões de reais em multas de transito,
somente no ano passado, é a baixa qualidade no e do serviço e dos servidores
públicos, inclusive dos temporários, contratados e ou nomeados, cargos
comissionados, escolhidos, cada dia em maior quantidade, sem nenhuma
especialização ou conhecimento da área onde vai atuar. Falta uma política de
valorização do serviço e do servidor público, cursos de atualização,
capacitação, nivelamento, integração dos servidores, principalmente efetivos,
uso de técnicas e tecnologias modernas de administração, recursos humanos e
gestão de pessoal e de políticas públicas e implantação de rotinas
administrativas, planejamento estratégico, anual, mensal, semanal e diário, com
metas e objetivos.
Sem planejamento, gastasse mais do que o necessário.
Esta administração, como as que lhe antecederam estão
umbilicalmente ,ligadas pela total e intencional falta e descaso com o
planejamento estratégico do serviço público e da gestão do serviço e dos
servidores públicos. O resultado disso é a falta de sensibilidade dos gestores
e funcionários para o desenvolvimento do pensamento estratégico no
processo de gestão dos planos, programas e projetos governamentais, ou seja,
tudo é feito sem planejamento, de forma empírica, o que traz resultados inesperados e indesejáveis,
quase sempre desastrosos com prejuízos a administração pública. O resultado é o
auto custo para o serviço público e a população.
Comemorar demissões
Pare passo a esta
realidade dura e triste do serviço público municipal, soma se as políticas
errôneas e ou criminosas implantadas que levam o servidor a perder a vontade de
trabalhar, alguns até de viver, como o afastamento de mais de 300 servidores,
por decreto, e a criminosa insistência de não cumprir a sentença que obriga o
retorno desses colegas. Também desastrosa a política de agradar alguns
apadrinhados com aumentos exorbitantes e nada ortodoxos de seus salários e o
retorno de servidores demitidos a mais de uma década, dentre tantas outras
irregularidades. O resultado prático disso é a péssima qualidade do serviço, como
já dito e podemos verificar em qualquer repartição pública. Esta política de
desmantelamento do serviço público não é uma exclusividade deste governo ou
deste governante, mas, uma visão que persegue o mesmo e seus
"professores" que podemos chamar de neo liberalismo. Este governo, é
filho dos governos de Jabes, Valderico e Newton Lima, sendo inclusive coerente
com sua política, neo liberalista, as vezes de extrema direita e as vezes ao
centro, de desmantelar a máquina pública para empregar seus apadrinhados e
"lucrar" , ainda que só politicamente e se manter no poder. É filho e
fiel defensor da velha política, de Sarney, ACM e atualmente de Kassab e Negromonte,
com quem comunga com a atual política do governo federal que defende o mesmo,
desmantelar o estado, retirar direitos trabalhistas, acabar com a estabilidade
do servidor público, com direito a aposentadoria, para manter apadrinhados e
continuar "lucrando".
Dia não de comemorar, mas, sim, de velar.
Finalizando, o dia 1 de maio, nada tem
a comemorar, ao contrário este é um dia não para festas, mas
sim, para velar, no sentido de vigiar,
estar em vigília, acordado. É momento de reflexão, discussão entre as
categorias, planejamento para as lutas em curso e as que virão, união, entre
sindicatos, centrais sindicais e demais entidades representativas a fim de ao
menos, manter, os direitos já conquistados. Aqueles, em especial sindicatos,
que comemoram, fica sob sua responsabilidade é claro, o futuro dos que
representam. O dia não é de fazer festa e nem de beber para esquecer, é dia de
fugir da política do pão e circo e certamente de vigiar.
Valério Bomfim
Presidente Sindatran Bahia